Junho de 2010
Cantinho Alegre
Sempre as sogras…
Alguém bate à porta duma casa moradia. Aparece um senhor: bom dia, que deseja?
- O senhor pode contribuir para um lar de idosos?
- Claro, com muito gosto. Espere um pouco que vou buscar a minha sogra!
Entre camelos.
O filho camelo pergunta ao pai:
-Pai, porque é que temos duas bossas (gigas…)?
-São reservas de água para as longas travessias do deserto.
-E porque é que temos pestanas tão grandes?
- É para termo protecção contra as areias do deserto.
- E para que queremos tudo isso, se estamos no jardim zoológico?....
A muita “mania”.
Uma menina muito jovem e com muita mania estava grávida. Sempre que ia ao médico lia, com muita atenção, a secção de economia do jornal. O marido perguntou-lhe:
- Querida, porque é que sempre que vens ao médico, lês a página de economia?
-Então, amorzinho, é que ele disse-me que, quando a bolsa rebentasse, eu tinha que ir para o hospital…
Uma agradável “esperança”…
Como qualquer mãe, a do André tem muitas preocupações por causa das possíveis noras…Parece que ele está a “sair” com uma moça que é muito rica, o que não agrada à senhora. Ela pensa que essas moças não são muito boas em casa.
-André, eras capaz de casar com uma rapariga por ela ser filha de gente rica?
-Não, não era…Mas também não era capaz de a deixar solteira toda a vida!
Loiras mal compreendidas.
Uma loira perdeu a nota em que tinha os telefones da Joana e da Inês. Alguém passou-lhe a lista para ela os procurar. A moça tomou a lista e viu a letra A.
-Aqui em A não se pode encontrar T.
E foi virando folhas até encontrar essa letra.
-Ah, aqui já está. É o T. Agora é só procurar: telefone da Joana, e telefone da Inês.
Cada qual com seu igual.
Um anão chegou a um bar. O balcão era muito alto e estava vazio. Começou aos saltos para ver ou ser visto põe alguém. Mas, nada...
Deu então uma volta ao balcão e viu outro anão por detrás dele. Mas muito quieto e calado.
-Ah. Como é agora isso. Estavas aí e não disseste nada?
-Eu julgava que era algum atentado. Por isso não falei para evitar que me vissem...
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